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Lipoaspiração: diversas técnicas para remodelar o corpo

Postado em: 12 de June

Lipoaspiração: diversas técnicas para remodelar o corpo o lado da prótese mamária de silicone e da abdominoplastia, a lipoaspiração aparece como um dos procedimentos estéticos mais procurados no Brasil. Considerando que, em 2018, de acordo com estimativa apresentada pelo censo bianual da Sociedad...

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Lipoaspiração: diversas técnicas para remodelar o corpo

o lado da prótese mamária de silicone e da abdominoplastia, a lipoaspiração aparece como um dos procedimentos estéticos mais procurados no Brasil. Considerando que, em 2018, de acordo com estimativa apresentada pelo censo bianual da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), cerca de 1,7 milhão de operações estéticas foram realizadas no país, o índice de procura é muito alto.

Lipoaspiração

O dado significativo torna o Brasil líder no ranking mundial dos países que mais realizam intervenções deste tipo, como já publicamos aqui no blog.

Indicada para quem deseja perder medidas e melhorar o contorno do corpo – e não para reduzir peso, como erroneamente é escolhida –, a lipoaspiração pode ser feita por meio de diversas técnicas: a lipoaspiração tradicional, a vibrolipoaspiração, a lipolaser e, a mais recente, chamada de lipoaspiração HD.

Lipoaspiração

“As duas primeiras são as mais procuradas até hoje. Todas têm procedimentos e cuidados parecidos, além de resultados satisfatórios quando realizadas por médicos especialistas e habilitados para a função e respeitadas as recomendações”, ressalta Gerson Postai, médico cirurgião plástico do Instituto Dermatológico de Curitiba (IDC).

Segundo o cirurgião, não há contraindicações para nenhuma das técnicas, mas a cirurgia pode ser autorizada apenas após a avaliação do resultado de uma bateria de exames médicos preparatórios, a consulta prévia para confirmar possíveis problemas de saúde – se há algum, se está controlado – e a análise sobre o uso de medicamentos contínuos. “Esses são alguns cuidados básicos, mas fundamentais, para se autorizar a lipoaspiração”, explica.

Em relação à faixa etária mínima e máxima, o cirurgião ressalta a atenção necessária para adolescentes e jovens, grupo que tem aumentado a procura por procedimentos estéticos, e para pessoas com idade avançada. “Não há contraindicação em relação à idade, porém, adolescentes e idosos devem ser avaliados individualmente. Os primeiros pela decisão às vezes precipitada em escolher a cirurgia, e o segundo grupo pelo quadro de saúde que pode estar comprometido e outros aspectos a serem analisados”, opina.

Lipoaspiração

Já para pacientes muito acima do peso, com diagnóstico de obesidade, a lipoaspiração não é o procedimento mais indicado nem adequado, visto que sua principal função não é reduzir peso nem gordura de forma geral, e sim localizada.

Outro fator importante destacado pelo médico do IDC diz respeito aos profissionais habilitados para realizar procedimentos estéticos como a lipoaspiração e ao local adequado para isso. Ele é taxativo: “Exclusivamente os cirurgiões plásticos estão credenciados e habilitados a realizarem a lipoaspiração, que deve ser feita somente em hospital ou clínica com estrutura hospitalar adequada e com a presença de um médico anestesista”.

Para auxiliar o paciente, o médico recomenda que se faça uma busca e pesquisa no Conselho Regional de Medicina (CRM-PR) sobre o cirurgião plástico que realizará o procedimento, confirmando seu registro de especialista e outras informações necessárias.

Quer saber mais sobre as técnicas de lipoaspiração disponíveis aqui no IDC? Entre em contato pelo WhatsApp do Instituto Dermatológico de Curitiba com a nossa equipe para agendar uma avaliação com o Dr. Gerson. Conte conosco sempre que precisar!

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Reduza a hiperidrose com uso de toxina

Postado em: 12 de June

Reduza a hiperidrose com uso de toxina Blusas com manchas de suor nas axilas, costas molhadas, mãos e rosto úmidos. Quem sofre com o suor excessivo sabe bem que esta situação acontece mesmo quando se está em repouso. É a chamada hiperidrose, ou sudorese exagerada, que afeta de 2% a 3% da popula...

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Reduza a hiperidrose com uso de toxina

Blusas com manchas de suor nas axilas, costas molhadas, mãos e rosto úmidos. Quem sofre com o suor excessivo sabe bem que esta situação acontece mesmo quando se está em repouso. É a chamada hiperidrose, ou sudorese exagerada, que afeta de 2% a 3% da população, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Mesmo sendo uma condição natural do organismo e tendo como principal função manter a temperatura corporal, as glândulas sudoríparas em pessoas com hiperidrose são hiperativas e o equilíbrio da temperatura do corpo não acontece, provocando o suor exagerado.

Braço

Mas você sabia que é possível reduzir o suor e evitar esta situação desagradável com o uso de toxina?

Para saber mais sobre o assunto e tirar as principais dúvidas sobre o tratamento, conversamos com a dermatologista Helena Marchioro, profissional do Instituto Dermatológico de Curitiba (IDC). Acompanhe as explicações dela sobre o assunto!

Tipos de hiperidrose

O suor excessivo pode ser normal em determinadas situações, como quando estamos em um ambiente quente, fazemos exercícios físicos, temos febre ou até em momentos de estresse – ou seja, se o aumento da sudorese for considerado uma resposta fisiológica. Quando o suor é excessivo e frequente – acontecendo na maior parte dos dias, mesmo quando não estamos nas situações acima, e por mais do que 6 meses –, isso é considerado hiperidrose.

A hiperidrose pode ser primária (quando não há uma causa subjacente) ou secundária, quando está associada a alguma doença – hipertireoidismo por exemplo.

Sintomas da hiperidrose

Quando ocorre suor excessivo e frequente, mesmo em atividades habituais, que não provocam em geral muita sudorese, e em qualquer clima (verão ou inverno), deve-se buscar ajuda médica se a condição estiver atrapalhando o paciente no seu dia a dia. São exemplos o caso de uma pessoa que faça trabalhos manuais e tem hiperidrose de mãos ou mesmo quando alguém se sente constrangido porque o suor molha as roupas e fica aparente – causando até odor desagradável.

Tratando hiperidrose com toxina

É um tratamento eficaz, seguro, bem tolerado e com baixo índice de efeitos adversos. Tem alto índice de satisfação pelos pacientes.

Consiste na injeção da medicação sob a pele em vários pontos distribuídos na região que será tratada. Pode ser realizado para tratar hiperidrose das axilas, palmas das mãos ou plantas dos pés. No dia da aplicação, o paciente deve evitar atividade física e manipular a região tratada. No dia seguinte, já pode voltar à rotina normal. O efeito de redução do suor se inicia após 2 – 4 dias da aplicação e dura, em média, de 4 a 6 meses.

Em relação à cirurgia, possui a vantagem de ser menos invasivo, portanto mais seguro, e de causar muito menos hiperidrose compensatória, que é comum com a cirurgia.

Mulher com braços levantados

Principais dúvidas sobre a hiperidrose

1. Há contraindicação de tratamento com toxina?

Ele é contraindicado para gestantes, mulheres em período de amamentação e crianças. Também não pode ser utilizado em pacientes portadores de doenças específicas, especialmente as neurológicas que afetam a placa neuromuscular, como a miastenia gravis.

Algumas toxinas possuem albumina em sua composição. Então, pessoas com alergia à proteína do ovo podem ter alergia à toxina. Casos de hiperidrose generalizada (de todo o corpo) têm sua indicação limitada.

2. Provoca odor desagradável?

Pode ou não ter odor desagradável associado. Esse odor é chamado bromidrose e ocorre devido ao aumento das bactérias na região, que se aproveitam do meio úmido para se proliferarem.

3. A aplicação com toxina deve ser repetida para que a hiperidrose não piore?

É verdade que a toxina é um tratamento temporário e deve ser repetido depois de alguns meses para manutenção dos resultados, mas não existe efeito rebote, de ocorrer piora da hiperidrose após passar o efeito da toxina. O que ocorre é que lentamente os sintomas de excesso de suor começam a voltar, sendo necessária nova aplicação para manter o resultado.

É indicada uma aplicação a cada 6 meses pelo menos, mas nada impede que o paciente faça um intervalo maior se desejar.

Quer saber mais sobre o procedimento com toxina realizado pela Dra. Helena? Marque uma avaliação conosco pelo WhatsApp do Instituto Dermatológico de Curitiba: (41) 99998-0552.

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Pintas e lesões na pele: você sabe quais devem ser retiradas?

Postado em: 22 de May

Pintas e lesões na pele: você sabe quais devem ser retiradas? Pintas na pele: charme ou perigo à vista? Se você também tem esta dúvida, saiba que há sinais importantes a serem observados e que podem definir se a pinta, ou outra lesão sob a pele, é motivo de preocupação e se deve ser retirada....

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Pintas e lesões na pele: você sabe quais devem ser retiradas?

Silicone e protese

Pintas na pele: charme ou perigo à vista? Se você também tem esta dúvida, saiba que há sinais importantes a serem observados e que podem definir se a pinta, ou outra lesão sob a pele, é motivo de preocupação e se deve ser retirada. O primeiro passo? Procurar um médico especialista para confirmar o diagnóstico.

De acordo com a dermatologista do Instituto Dermatológico de Curitiba (IDC) Karine Takizawa, nem todas as pintas ou lesões precisam ser removidas, porém, só com a avaliação médica é possível ter certeza.

“E isso deve ser feito no consultório, pois podemos analisar essas pintas ou lesões na pele com maior detalhe com auxílio de um aparelho chamado dermatoscópio, que nos fornece mais informações sobre aquelas que oferecem risco e que devem ser retiradas”, explica.

Silicone e protese

Analisando a pinta: regra “ABCDE”

Você já ouviu falar sobre a regra “ABCDE”? Este método é utilizado para auxiliar no autoexame das pintas. Confira como funciona e o significado de cada letra:

  • “A” – assimetria da pinta, ou seja, quando se imagina um corte ao meio da lesão e um lado não é parecido com o outro. Isso pode indicar a necessidade de retirada.
  • “B” – representa a presença ou não de bordas irregulares, que merecem atenção especial.
  • “C” – a variedade de cores, que também pode indicar a presença de um câncer de pele.
  • “D” – o diâmetro, que indica se se as lesões são maiores que 6 mm, tamanho considerado preocupante.
  • “E” – evolução da pinta, ou seja, as mudanças das suas características, como crescimento, sangramento, alteração de forma ou o surgimento de uma nova pinta.

Diante de qualquer uma dessas características, um médico especialista deve ser consultado.

Como tratar pintas ou lesões

A definição do tratamento mais adequado para os sinais ou pintas na pele só é realizada a partir de avaliação feita por médico especialista. Em caso de pinta ou qualquer lesão considerada suspeita, como a de um câncer de pele, o melhor tratamento é a excisão e sutura, na opinião da dermatologista Karine Takizawa.

Nestas situações, trata-se da remoção da lesão como um todo e do envio dessa lesão para o estudo histológico para verificar quais são os seus componentes.

“Apesar da cicatriz no local, a cirurgia de excisão e sutura é o melhor método para a análise a nível microscópico da lesão. Pode ser realizado sob anestesia local ou sedação a depender do local acometido e do tamanho da lesão. Exige-se cerca de quatro semanas de recuperação, maior cuidado com a ferida operatória, limpeza diária e curativos. O retorno deve acontecer entre 7 e 14 dias para a remoção de pontos”, detalha Karine.

Já para lesões de pele consideradas benignas, não há a necessidade de tratamento específico, segundo a médica. Elas podem ser removidas com um método sem corte, como a crioterapia ou a eletrocoagulação. “Nestes casos, normalmente a recuperação é mais rápida e menos dolorosa. Em aproximadamente duas semanas, o paciente está recuperado. A anestesia tópica ou local é o suficiente para a realização do procedimento”, descreve.

Sobre contraindicações, a dermatologista chama a atenção para o uso do eletrocautério, utilizado nos procedimentos médicos de eletrocoagulação ou para conter sangramentos em cirurgias maiores. “Não é contraindicado para quem usa marcapasso, mas deve-se ter um cuidado especial”.

Para os pacientes que irão se submeter a qualquer procedimento, Karine reforça a importância do aviso sobre medicamentos de uso contínuo e a possibilidade de alergia a qualquer substância química.

Silicone e protese

Outras lesões a serem retiradas

Não são apenas as pintas que devem ser avaliadas na consulta médica com o dermatologista. Há tipos de lesões na pele que também merecem atenção especial. Feridas que não cicatrizam, que sangram com facilidade e lesões causadas por vírus, como verrugas virais, são algumas delas.

“Aconselho sempre realizar a avaliação médica e o tratamento indicado. As lesões que nunca cicatrizam e que sangram com facilidade, por exemplo, já podem ser consideradas câncer de pele. Confirmando o diagnóstico, devem ser removidas. Já as de origem viral, como as verrugas virais, exigem tratamento para que não se propaguem”, orienta Karine Takizawa.

A dermatologista ressalta ainda outras lesões, como pólipos cutâneos, que geralmente afetam a região de pescoço, das axilas e das virilhas. Elas podem ser removidas no caso de incômodo estético ou até mesmo por sofrerem traumas repetitivos pelo atrito.

Estas são informações muito importantes em relação à saúde da sua pele, concorda? Se você está em dúvida sobre alguma pinta, lesão ou ferida no seu corpo, entre em contato com a nossa equipe e agende uma consulta com a Dra. Karine. Conte com a gente

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As 8 principais dúvidas sobre prótese mamária de silicone

Postado em: 22 de May

As 8 principais dúvidas sobre prótese mamária de silicone De acordo com pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) divulgada em dezembro de 2019, o Brasil está no topo do ranking mundial dos países que mais realizam cirurgias estéticas. Entre os procedimentos ma...

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As 8 principais dúvidas sobre prótese mamária de silicone

Silicone e protese

De acordo com pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) divulgada em dezembro de 2019, o Brasil está no topo do ranking mundial dos países que mais realizam cirurgias estéticas. Entre os procedimentos mais procurados, a colocação de prótese mamária de silicone está no topo da lista.

Indicado para tratar mamas pequenas, flácidas ou pouco projetadas, o aumento mamário com prótese promete trazer mais firmeza e melhor contorno aos seios, além de maior simetria ao corpo. A prótese é formada por uma cápsula externa e gel interno de silicone. Já as opções de formato, tamanho, método de colocação do implante e local da cicatriz são variadas, levando pacientes aos consultórios com inúmeras dúvidas sobre o procedimento.

“Apesar do grande número de cirurgias de colocação de prótese mamária de silicone realizadas pelo país, os questionamentos são frequentes no consultório. Desde se a paciente realmente deve colocar a prótese até quanto tempo levará para voltar à rotina”, explica a médica cirurgiã plástica do Instituto Dermatológico de Curitiba Priscilla Balbinot.

De acordo com a especialista, a conversa entre paciente e cirurgião plástico antes de se decidir pela colocação ou não do implante é extremamente necessária. Ela é determinante para responder as principais perguntas e para que o resultado esperado possa ser alcançado.

Para auxiliar com informações relacionadas à prótese mamária e sua colocação, Priscilla elencou as oito principais dúvidas recebidas em seu consultório. Acompanhe!

1. Como definir o melhor tamanho e o formato da prótese

Alguns fatores são levados em conta, como formato e volume da mama, quantidade de glândula mamária existente e desejo da paciente. O volume é muito relativo (300 ml para uma paciente pode ficar exagerado e, para outra, pode ficar pequeno). Procuro conversar longamente, fazer medidas do tórax e das mamas, usar medidores chamados de “mama sizers” e até simulação virtual.

2. Técnica a ser aplicada

Cada paciente pode ser submetida a uma técnica, conforme o seu caso. Existem dois grupos de cirurgia de mama com prótese: mamoplastia de aumento (colocação de prótese sem necessidade de elevação da mama) e mastopexia de aumento (é necessário elevar aréola e mamilo e retirar pele. As cicatrizes resultantes são periareolar, em L, em T invertido etc.).

Costumo dizer que não há técnica melhor ou pior, assim como local de cicatriz mais indicado. Apresento os prós e contras de cada um. Além da cicatriz, outro ponto importante a ser discutido é o local de colocação da prótese (plano submuscular, plano subfascial, plano subglandular ou mesmo o dual plane – parte na frente e parte atrás do músculo peitoral maior). O plano que mais gosto é o subfascial, que é intermediário. Na cirurgia, colocamos a prótese abaixo da fáscia do músculo peitoral maior, que é uma “membrana” firme que recobre o músculo.

3. Locais e tipos de cicatriz

O local de incisão (cicatriz) mais comum é embaixo da mama (no sulco mamário), mas também utilizo muito pela axila ou pela aréola. As cicatrizes mais comuns são: no sulco inframamário (embaixo da mama), na região axilar e ao redor da aréola. Nos casos em que é preciso retirar pele e levantar a mama (mastopexia), podemos utilizar a cicatriz em T invertido.

Em consulta, avaliamos a anatomia da paciente. A maioria é candidata a pelo menos duas incisões. Apresento as vantagens de cada uma delas e decidimos em conjunto. Pelo sulco a recuperação é mais rápida e a cicatriz fica pouco aparente; pela axila não há cicatriz na mama; pela aréola podemos reposicionar aréola e mamilo.

4. Vantagens do uso do silicone

No Brasil, para cirurgia estética, utilizamos próteses cheias de silicone médico. Em outros países, podem ser utilizadas próteses vazias, que serão preenchidas de soro. Isso porque as brasileiras querem mamas com aspecto mais firme, que não é tão fácil com próteses salinas (aquelas cheias de soro). Mas o material indicado sempre é silicone de uma empresa confiável, certamente.

Silicone e protese

5. Possíveis contraindicações ou riscos

A maioria das pacientes é candidata sim a colocar prótese de mama. Em mulheres com mamas muito grandes, podemos utilizar o próprio tecido mamário em vez de retirá-lo e substituí-lo por uma prótese. As complicações mais comuns são hematoma (formação de coágulos/sangramento no pós-operatório recente) e contratura capsular (endurecimento por cicatrização ao redor do implante).

6. Cuidados no pré e pós-operatório

No pré-operatório, pedimos para hidratar bem a pele, além de exames como mamografia, ultrassonografia ou ressonância. No pós-operatório, solicitamos evitar levantar peso nos primeiros 30 dias. Movimentos de amplitude moderada e higiene liberal são liberados. A paciente deve evitar dirigir por 15 dias e usar sutiã modelador por três meses.

Entre 30 e 45 dias, liberamos para alguns esportes, mas peço de 60 a 90 dias para exercícios de peitoral. Cada caso é avaliado conforme o plano de colocação (subglandular, subfascial ou submuscular).

7. Troca de prótese

As próteses atuais são supermodernas e não exigem trocas em 10 anos, mas as pacientes com prótese devem ser acompanhadas com consultas anuais ou bianuais. Em 10 anos, se estiver tudo bem com a cirurgia, solicito uma ressonância magnética para checar como está a mama e o implante.

8. Amamentação X prótese de silicone

Dificilmente uma paciente que fez mamoplastia de aumento (só colocou a prótese sem precisar retirar glândula) tem dificuldade para amamentar, pois nessa técnica quase não há lesão de ductos mamários. Para casos de redução mamária de grande volume ou mastopexia em T invertido, pode acontecer sim uma dificuldade para amamentar.

Você tem mais alguma dúvida sobre o implante mamário de silicone? Entre em contato conosco pelo WhatsApp do Instituto Dermatológico de Curitiba e agende uma conversa com a Dra. Priscilla. Conte com a nossa equipe!

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Massagem relaxante para controlar ansiedade e estresse

Postado em: 06 de May

Massagem relaxante para controlar ansiedade e estresse Conheça as principais indicações e os benefícios da massagem relaxante Você sabia que uma massagem relaxante vai além de proporcionar um mero relaxamento? Em fases mais tensas, é comum que as pessoas fiquem mais ansiosas, estressadas ...

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Massagem relaxante para controlar ansiedade e estresse

Conheça as principais indicações e os benefícios da massagem relaxante Massagem Relaxante

Você sabia que uma massagem relaxante vai além de proporcionar um mero relaxamento? Em fases mais tensas, é comum que as pessoas fiquem mais ansiosas, estressadas e até mesmo depressivas. Essas condições acabam sendo percebidas no organismo, muitas vezes, de forma despretensiosa. A ansiedade, por exemplo, pode chegar ao nível de afetar a saúde da pele, enquanto o estresse pode aumentar de forma significativa a queda de cabelo. Outros sintomas comuns são:

  • Falta ou excesso de apetite
  • Apatia
  • Insônia
  • Tremores
  • Sudorese
  • Irritabilidade
  • Enxaqueca
  • Dores e contraturas musculares

Nesses casos, além de procurar ajuda com um profissional, como psicólogo ou psiquiatra, é possível recorrer a técnicas que são benéficas e eficazes no tratamento de ansiedade, estresse ou depressão, como a realização de massagem.

A massagem relaxante, ao trabalhar o sistema circulatório, linfático e nervoso, causa mais que a sensação de bem-estar e relaxamento. Manter o hábito de realizar massagem uma vez por semana pode trazer resultados como

  • Diminuição da ansiedade e do estresse
  • Alívio de dores e tensões musculares
  • Auxílio no combate à insônia
  • Alívio de enxaquecas
  • Melhora da circulação sanguínea

No Instituto Dermatológico de Curitiba, nós utilizamos uma técnica de massagem relaxante manual com movimentos circulares em pontos específicos do corpo, proporcionando relaxamento muscular.

Outra técnica de massagem procurada e conhecida é a massagem modeladora, porém com uma proposta de movimentos mais intensos. Entre os benefícios da massagem modeladora estão: combater a flacidez, reduzir medidas, diminuir os sinais de celulites leves e moderadas, aumentar a oxigenação das células, modelar o corpo, diminuir inchaços causados por retenção de líquidos, entre outros. .

Massagem Relaxante

O que você acha de utilizar a massagem relaxante para combater ansiedade, estresse e até mesmo depressão? Fale conosco para saber qual é o tipo de massagem indicado para você. Nosso contato é: (41) 3324-8484.