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Cuidados com a pele do bebê

Postado em: 06 de setembro

Entenda por que a pele do bebê precisa de cuidados especiais A pele do bebê é mais sensível que a pele adulta, principalmente por causa dos mecanismos de defesa que ainda não estão totalmente desenvolvidos. Nos primeiros meses de vida, algumas reações são comuns, como dermatite seborreica,...

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Cuidados com a pele do bebê

Entenda por que a pele do bebê precisa de cuidados especiais

A pele do bebê é mais sensível que a pele adulta, principalmente por causa dos mecanismos de defesa que ainda não estão totalmente desenvolvidos. Nos primeiros meses de vida, algumas reações são comuns, como dermatite seborreica, dermatite de fralda, acne neonatal e miliária.

Doenças comuns em recém-nascidos

Algumas ocorrências são mais comuns em bebês recém-nascidos, como a dermatite seborreica (conhecida como crosta láctea), dermatite de fraldas, miliária e hemangiomas. No caso da crosta láctea, é comum que a pele do bebê descame, principalmente na região do couro cabeludo, rosto (na área das pálpebras) e virilha. Já a dermatite de fraldas é uma inflamação recorrente por causa do contato da pele do bebê com urina ou fezes por muito tempo. Nestes casos, a dermatologista pediatra do IDC Amanda Hertz afirma que “utilizar cremes de barreiras específicos e trocar a fralda várias vezes ao dia, não deixando o bebê em contato com fezes e urina, evita a dermatite de fraldas.” A médica também afirma que óleos para bebê ajudam em casos de crosta láctea.

Bebês podem ter espinhas?

Pode soar estranho a associação de acnes e bebês, mas a acne neonatal é uma condição comum nos recém-nascidos. A acne neonatal é caracterizada por bolinhas vermelhas, possivelmente com pus, e geralmente aparecem no rosto do bebê.

Brotoejas: é possível evitar?

A miliária é conhecida como brotoeja e é causada por glândulas sudoríparas obstruídas. Dessa forma, a saída do suor do corpo do bebê fica obstruída, ocasionando a brotoeja. Bebês que ficam demasiadamente agasalhados, principalmente em ambientes quentes e úmidos, podem desenvolver essa reação dermatológica. Por isso, consulte sempre o pediatra de sua confiança sobre a quantidade de roupa que deve usar para vestir seu pequeno.

Cuidados com a pele do bebê

Ao perceber reações cutâneas no seu bebê, procure seu dermatologista de confiança

A pele do seu bebê precisa de muito cuidado e atenção. Conte com a equipe do Instituto Dermatológico de Curitiba para tirar suas dúvidas e manter a pele do seu pequeno saudável.

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COMO COMBATER O SUOR EXCESSIVO

Postado em: 05 de fevereiro

Suar é um processo natural que ajuda o corpo a ajustar sua temperatura. O nível de transpiração pode depender de pessoa para pessoa e vários fatores, como obesidade, problemas cardíacos, hipertireoidismo, estresse, diabetes e menopausa. O suor excessivo (também conhecido como hiperidrose) é um pr...

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Suar é um processo natural que ajuda o corpo a ajustar sua temperatura. O nível de transpiração pode depender de pessoa para pessoa e vários fatores, como obesidade, problemas cardíacos, hipertireoidismo, estresse, diabetes e menopausa.

O suor excessivo (também conhecido como hiperidrose) é um problema muito comum e embaraçoso, mas existem algumas formas eficazes de tratá-lo. Antes de se esconder sob roupas volumosas ou mudar para um clima mais frio, experimente adotar essas dicas técnicas para combater a transpiração excessiva:

ANTITRANSPIRANTES

A maneira mais fácil de combater o suor excessiva é com um antiperspirante, que a maioria das pessoas já usa diariamente. A maioria dos antiperspirantes contém sais de alumínio, que quando entram em contato com a pele, formam um tampão que bloqueia a transpiração.

EVITE ALIMENTOS INDUTORES DE SUOR

Você sabia que sua dieta pode afetar o quanto você sua? E alguns alimentos podem fazer com que seu corpo produza mais suor do que outros. Se você sentir que está suando demais, reduzir ou eliminar os alimentos indutores de suor em sua dieta pode ajudar.

Confira alguns alimentos que podem desencadear o suor: alimentos processados; licor e cerveja; alho e cebola; alimentos que têm alto teor de gordura; cafeína; pratos quentes e picantes e sorvete.

Ao procurar reduzir o suor através de sua dieta, é importante se concentrar em alimentos que não sobrecarreguem seu sistema digestivo. Alguns alimentos redutores de suor que você pode querer incluir na dieta: água; alimentos com alto teor de cálcio (como laticínios e queijo), amêndoas, bananas, soro de leite, vegetais e frutas com alto teor de água (por exemplo, melancia, uva, melão, brócolis, espinafre, couve-flor, pimentão, berinjela, repolho roxo),azeite, aveia, chá verdebatatas doces.

TOXINA BOTULÍNICA

Outra opção de tratamento para a transpiração excessiva são as aplicações de toxina botulínica (mais conhecida como botox), o mesmo medicamento usado no tratamento de rugas e linhas de expressão. A toxina botulínica é aprovada pela ANVISA para o tratamento da transpiração excessiva das axilas, mas alguns médicos também podem usá-lo nas palmas das mãos e solas dos pés.

O botox funciona impedindo a liberação de um produto químico que ativa as glândulas sudoríparas e apesar de ser necessário várias aplicações, os resultados podem durar quase um ano.

Como você pôde ver, fazer algumas mudanças no seu estilo de vida e hábitos pode minimizar a frequência com que você sua. Entretanto, nos casos onde a dieta ou métodos caseiros se mostrarem ineficazes, é indicado procurar ajuda de um médico.

Em casos específicos, pessoas que suam muito podem ter uma condição chamada hiperidrose. Confira o vídeo abaixo sobre como a toxina botulínica auxilia no tratamento:

Sempre que quiser sugerir temas ou conversar sobre algum assunto pode entrar em contato conosco.

E enquanto você espera nossa próxima publicação, quero compartilhar alguns dos nossos melhores conteúdos com você:

As funções da toxina butolínica além da estética

O preenchimento labial das celebridades

Drenagem linfática: quais são as vantagens?

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DIFERENÇAS ENTRE MELASMA E MELANOSES

Postado em: 25 de outubro

Aproveitando que o Verão está próximo, vamos falar sobre as diferenças entre o melasma, vulgarmente conhecida como manchas na pele e as melanoses, caracterizada principalmente pela exposição inadequada ao sol. Então vamos lá: Melasma O melasma ou manchas na pele, são distúrbios de pigmentação na pe...

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Aproveitando que o Verão está próximo, vamos falar sobre as diferenças entre o melasma, vulgarmente conhecida como manchas na pele e as melanoses, caracterizada principalmente pela exposição inadequada ao sol. Então vamos lá:

Melasma

O melasma ou manchas na pele, são distúrbios de pigmentação na pele causados por alterações hormonais, pré-disposição genética ou contato com substâncias de risco. Elas são caracterizadas pelo surgimento de manchas escuras ou de coloração acastanhada, normalmente no rosto, braço ou costas.

Diferenças entre melasma e melanoses

Melanoses

A melanose, também conhecida como mancha senil, é o nome dado as manchas ou sardas que aparecem em razão da exposição inadequada ao sol. Apesar de não estar diretamente ligada ao fator idade, ela é mais comum em pessoas mais velhas, sendo caracterizada pelo surgimento de manchas escuras nas mãos, ombros, colo e rosto.

Diferenças entre melasma e melanoses

Como tratar?

A grande novidade é que ambos os procedimentos podem ser tratados com o novo equipamento multiplataforma Spectra XT, desenvolvido para tratar um grande número de aplicações dermatológicas e estéticas, chegando a realizar cerca de 18 procedimentos diferentes através de 3 tipos de lasers. Além disso, alguns procedimentos estéticos alternativos podem auxiliar na prevenção e tratamento, como peelings e tratamentos a laser.

Recomendação

Os tipos de manchas que podem surgir são vários e cada uma delas exige um tratamento diferenciado dependendo do tipo e da gravidade. Por isso, somente um dermatologista poderá identificar e indicar o melhor tratamento para elas.

Quer saber mais sobre o melasma ou melanoses? Entre em contato conosco através do site ou agende uma avaliação médica com nossa equipe especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia pelo telefone (41) 3342-8484.

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Como funciona a Remoção de Tatuagem?

Postado em: 26 de fevereiro

Conhecida como despigmentação a laser, a remoção de tatuagem é feita através de procedimentos a laser que visam retirar a pigmentação de tatuagens ou maquiagens definitivas das camadas da pele, para apagar ou minimizar sua aparência. A remoção de tatuagem precisa ser feita em diversas sessões, em qu...

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Conhecida como despigmentação a laser, a remoção de tatuagem é feita através de procedimentos a laser que visam retirar a pigmentação de tatuagens ou maquiagens definitivas das camadas da pele, para apagar ou minimizar sua aparência.

A remoção de tatuagem precisa ser feita em diversas sessões, em que são utilizados diversos tipos de laser, adequados as cores presentes no desenho, pois alguns pigmentos são mais fáceis de remover do que outros, como é o caso das tintas pretas e azuis escuro que na maioria das vezes, consegue ser completamente removida. Cores como o amarelo, verde e vermelho costumam ser removidas parcialmente. Desenhos muito grandes e coloridos são mais difíceis de remover. Por isso, o número de sessões só pode ser estipulado após uma avaliação da pele do paciente, podendo sofrer alterações após o início do processo, pois cada paciente apresente diferentes formas de resultado.

A despigmentação a laser acontece pela corrente sanguínea, vasos linfáticos e via transdérmica, podendo levar até 45 dias para que estes se regulem e apresentem o resultado final de cada sessão. Por este motivo, os intervalos entre as aplicações devem ser feitos de 45 a 60 dias. Este é um procedimento demorado e dolorido, além disso, dependendo da capacidade de cicatrização do paciente, podem ocorrer mudanças na textura da pele que pode ser corrigido com outro procedimento a laser.

Os cuidados pós-remoção da tatuagem são os mesmos utilizados quando elas são feitas, utilizando cremes ou pomadas cicatrizantes, em alguns casos antibióticos e evitar a exposição ao sol durante e 60 dias pós o término das sessões. No caso da maquiagem definitiva o processo é mais simples, visto que é feito com menos pigmentação.

Entre em contato com o IDC para agendar uma avaliação de pele e saber todas as etapas do procedimento de remoção de tatuagem.

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Fios de sustentação: como é o procedimento?

Postado em: 20 de setembro

A aplicação de fios de sustentação não é um procedimento novo, a tecnologia já acompanha a medicina dermatológica há algum tempo, os fios atuais são mais modernos e totalmente biodegradáveis. Conhecidos como polímeros, essas estruturas são hastes que acompanham elementos como cones, ganchos ou espíc...

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A aplicação de fios de sustentação não é um procedimento novo, a tecnologia já acompanha a medicina dermatológica há algum tempo, os fios atuais são mais modernos e totalmente biodegradáveis. Conhecidos como polímeros, essas estruturas são hastes que acompanham elementos como cones, ganchos ou espículas que atuam na ancoragem dos fios no subcutâneo ou musculatura superficial da face, para que estes possam ser tracionados e direcionar a pele na posição superior e posterior, afim de deixá-los no local adequado.

Os fios de sustentação podem ser feitos de vários materiais, como o ácido láctico ou ter a mesma composição dos fios de sutura absorvíveis. Os fios apresentam tamanhos e objetivos diferentes. Alguns deles têm um potencial maior de tração e sustentação, enquanto outros podem dispor de menor potencial de tração, mas propiciam o estímulo biológico da região tratada, a partir da produção de colágeno posterior a sua absorção pelo organismo.

A indicação do procedimento precisa ser feita em consultório, sob avalição médica. O médico especialista vai avaliar quais tipos de fios de sustentação são melhores indicados para cada paciente.

O procedimento de implantação dos fios de sustentação é feito no próprio consultório médico, e a sua intensidade dolorosa é considerada moderada, podendo ser feito mediante sedação ou anestesia tópica e local. Para evitar a contaminação no local, é precisar adotar técnicas de assepsia e esterilização antes de iniciar o procedimento.

Assim como qualquer procedimento dermatológico, os fios de sustentação faciais têm contraindicações relativas e absolutas. Pacientes com infecções, processos inflamatórios ou sob tratamentos radioterápicos, medicações contra neoplasias ou gestantes devem evitar a aplicação dos fios. Quanto as contraindicações relativas, elas contemplam os casos de flacidez avançada, já que as hastes podem não trazer um resultado desejado ao paciente.

O resultado do procedimento de fios de sustentação não tem como objetivo a substituição de uma cirurgia plástica. É possível prolongar os resultados de uma cirurgia com a aplicação das hastes. Os fios de sustentação não impedem a realização de qualquer outro procedimento cirúrgico em que foram aplicados.