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Tudo o que você precisa saber sobre varizes e microvarizes

Postado em: 03 de August

Tudo o que você precisa saber sobre varizes e microvarizes Quem nunca se incomodou com varizes e microvarizes espalhadas pelas pernas e outras partes do corpo? Presentes em mais de 37% da população brasileira adulta, segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV),...

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Tudo o que você precisa saber sobre varizes e microvarizes

Varizes

Quem nunca se incomodou com varizes e microvarizes espalhadas pelas pernas e outras partes do corpo? Presentes em mais de 37% da população brasileira adulta, segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), elas vão muito além de um desconforto estético e podem, sim, ser sinal de um grande e perigoso problema circulatório.

Mais comum em mulheres – 45% delas, também de acordo com a SBACV –, a doença merece atenção especial, já que pode gerar complicações graves, como trombose e úlceras, além de dores e inchaço. Um dos erros mais cometidos por quem apresenta o problema é a procura por tratamentos inadequados e profissionais não habilitados, que podem, inclusive, dar um diagnóstico incorreto do grau da doença.

“Tanto o angiologista como o cirurgião vascular são os profissionais especializados para o tratamento de varizes de membros inferiores, sendo o cirurgião o médico habilitado para realizar os procedimentos tanto cirúrgicos como ambulatoriais. Esses são os médicos especializados para fazer diagnóstico e tratamento adequados”, argumenta Ana Paula Nudelmann Gubert, cirurgiã vascular responsável pelo tratamento de varizes e microvarizes do Instituto Dermatológico de Curitiba (IDC).

Segundo ela, o tratamento mais assertivo para cada caso deve estar baseado em medidas que busquem a prevenção ou a recuperação da saúde, seja por meio de medicamentos, exercícios físicos ou mudanças de hábitos rotineiros. A partir disso, se avalia a necessidade do tratamento ambulatorial ou cirúrgico.

Como tratar varizes e microvarizes

Um dos tratamentos mais utilizados para varizes e microvarizes nas pernas é a escleroterapia, popularmente conhecida como “aplicação”. Vista de forma equivocada como um procedimento simples e apenas estético, quando não feito por profissional capacitado e de maneira correta pode piorar o quadro.

“O médico vascular é o profissional que estudou o sistema circulatório e que pode apresentar um diagnóstico detalhado da saúde vascular do paciente. Apenas ele poderá definir a melhor técnica a ser empregada em cada caso e realizar o procedimento com segurança”, afirma Ana Paula.

Ela explica que há três tipos de escleroterapia: a líquida, a com espuma e a com laser transdérmico. Confira como funciona cada um deles, de acordo com a cirurgiã vascular.

  • Escleroterapia líquida: procedimento para tratamento de telangiectasias, mais conhecido como “aplicação em vasinhos”, consiste na aplicação de uma medicação esclerosante nas microvarizes (telangiectasias) por meio de pequenas agulhas. O objetivo é a melhora da circulação, com o desaparecimento das microvarizes. Realizado por médico especialista em consultório, não requer repouso ou afastamento das atividades.
  • Escleroterapia com espuma: consiste na injeção de uma mistura de ar com líquido esclerosante, que se transforma em espuma e é injetado nas varizes. Também indicado para tratamento de varizes calibrosas, o procedimento pode, em alguns casos, substituir a cirurgia convencional. Assim que injetada a medicação, é iniciado um processo de reação química com a parede do vaso, sendo que a ação tem como objetivo o tratamento das veias dilatadas. Realizada com a ajuda de um aparelho de ultrassom, a escleroterapia com espuma pode ser feita em consultório e necessita de alguns cuidados, como uso de meia elástica. A substância mais utilizada no Brasil é o polidocanol, que, juntamente ao ar, se transforma em uma espuma e é injetado por meio de uma punção com uma pequena agulha dentro da veia.
  • Varizes
  • Escleroterapia com laser transdérmico: age nos microvasos por meio do aumento da temperatura de dentro do vaso com a emissão de uma luz. Dessa forma, ocorre a destruição e reabsorção do vaso pelo organismo. O calor emitido pelo laser faz uma pequena inflamação no local, determinando a obliteração, ou seja, o fechamento dos vasos desejados. Considerado um método mais moderno e menos invasivo, neste procedimento as veias são tratadas por meio de um dispositivo que emite calor, laser endovenoso ou radiofrequência.

Também é possível tratar com cirurgia convencional, na qual o cirurgião faz diversas incisões e retira as veias afetadas.

Varizes *Imagens retiradas do livro de Cirurgia vascular: Doenças Vasculares Periféricas, 5. Edição, 2016. Autor Francisco Humberto de Abreu Maffei.

Tipos de varizes e microvarizes

Antes mesmo de definir o tratamento mais assertivo a ser seguido, é necessário identificar os tipos de varizes ou microvarizes, os chamados “vasinhos”. Isso deve ser feito exclusivamente por um angiologista ou cirurgião vascular. De acordo com a cirurgiã vascular Ana Paula Nudelmann Gubert, existe uma classificação utilizada para doença venosa crônica denominada CEAP, organizada em termos decrescentes da gravidade da doença. Então, pode-se dizer que há seis “estágios” para a doença. Todas elas devem ser corretamente tratadas e, quanto antes, melhor o resultado do tratamento.

“O tratamento deve ser individualizado e iniciado o mais precocemente possível. Pode consistir inicialmente no uso de meias elásticas e flebotônicos, que são medicações para a melhora da circulação venosa da perna, bem como em medidas como mudanças de hábitos de dieta, atividade física regular e, até mesmo, a associação de procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos para evitar a progressão da doença”, ressalta.

Conheça os tipos de varizes, de acordo com a classificação clínica, na explicação da médica.

  • Varizes classe 0 (C0): varizes não visíveis ou palpáveis.
  • Varizes classe 1 (C1): quando o paciente apresenta telangectasias, primeiro sinal de surgimento de varizes, que são os pequenos vasos finos arroxeados. Eles aparecem aos poucos e, se não tratados, vão se espalhando por toda a perna e coxa, dando um aspecto esteticamente incômodo. Podem ser acompanhados de queimação, dor e sensação de peso.

Quando se apresentam um pouco mais calibrosos, são chamados de veias reticulares. Mais esverdeadas e aparentes, já se apresentam como pequenas varizes. Nesse estágio, ainda é possível tratá-las clinicamente com aplicação de medicamentos dentro delas (escleroterapia) e/ou com o laser transdérmico, que promove uma reação física, térmica, favorecendo seu desaparecimento. Em casos especiais, às vezes é necessário operar.

  • Varizes classe 2 (C): as varizes com veias dilatadas, tortuosas, podem estar associadas a dor, queimação e sensação de peso nas pernas. O tratamento também pode ser feito com escleroterapia em forma de espuma, que possibilita usar menos medicamento em uma veia maior, ou de maneira cirúrgica, que deve ser feita de forma personalizada, na qual cada paciente tem um tratamento de acordo com a sua clínica.
  • Varizes classe 3 (C3): este estágio se caracteriza quando as varizes estão associadas ao edema “inchaço”.

Progressivamente, o paciente sem acompanhamento e tratamento de varizes pode evoluir para a classe 4 (C4), na qual se inicia a alteração de coloração da pele, principalmente próximo ao tornozelo.

  • Varizes classe 5 (C5): é quando o paciente já apresentou cicatrização da úlcera na perna.

O estágio mais avançado de varizes é o classe 6 (C6), com o surgimento de úlceras e situação de difícil tratamento e cicatrização.

Mitos e verdades

Diversas são as dúvidas e os conceitos mal compreendidos quando falamos de varizes e microvarizes. Para ajudar a entender um pouco mais sobre a doença e suas complicações, perguntamos para a cirurgiã vascular Ana Paula Nudelmann Gubert quais são os principais questionamentos levantados pelos pacientes. Confira o que é mito e o que é verdade, segundo a médica.

  • A musculação causa varizes
  • Mito. Um dos fatores que propiciam o surgimento de varizes é o sedentarismo. Os exercícios físicos ajudam a prevenir. É recomendada qualquer prática de atividade física, pois melhora a circulação sanguínea.

  • Depilação causa varizes
  • Mito. As varizes estão em uma camada mais interna da pele. Portanto, a depilação não implica em problemas na circulação dos vasos.

  • Após a cirurgia de varizes, a pessoa terá a circulação do sangue prejudicada
  • Mito. O tratamento cirúrgico de varizes consiste na remoção da veia, cuja função já está prejudicada. Aquela veia é a causa dos sintomas na perna. Após a cirurgia, o sangue deixa de passar pela veia doente (que foi retirada) e os sintomas podem desaparecer.

  • esmo depois de tratadas, as varizes podem voltar
  • Verdade. O aparecimento de varizes está relacionado muitas vezes a uma predisposição genética. Ao longo do tempo, após o tratamento, novas varizes podem surgir. Por isso, para quem apresenta varizes, é importante manter um acompanhamento contínuo com o médico vascular.

  • Usar salto alto está associado ao surgimento de varizes
  • Mito. Não há estudos científicos que comprovem que o salto alto é causador de varizes. Porém, o uso diário de salto alto por longo tempo pode dificultar o bombeamento do sangue nas pernas, facilitando o surgimento de varizes. Não se deve usar sapatos sem salto também, como chinelos ou sandálias rasteirinhas, para caminhar, pois, além de prejudicar a circulação, faz mal para a coluna.

  • Meias elásticas melhoram a circulação das pernas
  • Verdade. O uso de meias elásticas melhora a circulação venosa, ajudando o retorno venoso e prevenindo o surgimento de inchaço nas pernas.

  • Anticoncepcional causa varizes
  • Verdade. O uso de qualquer medicação hormonal, como anticoncepcionais ou para reposição hormonal, pode influenciar os vasos sanguíneos e afetar a flexibilidade e resistência do vaso à pressão.

  • As varizes podem ser um problema genético
  • Verdade. A hereditariedade é um dos principais fatores do surgimento de varizes. Portanto, o indivíduo que tem na família história de varizes tem grandes chances de apresentá-las ao longo da vida.

  • Mulheres têm mais chances de desenvolver varizes que homens
  • Verdade. Estudos dizem que mulheres costumam ter de duas a três vezes mais varizes que homens devido a fatores hormonais.

Ficou com mais alguma dúvida sobre varizes ou microvarizes? Entre em contato conosco pelo WhatsApp do Instituto Dermatológico de Curitiba e agende uma avaliação com a Dra. Ana Paula.

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Dermatite atópica: o que é, quem afeta e como tratar

Postado em: 13 de July

Dermatite atópica: o que é, quem afeta e como tratar Você já ouviu falar de dermatite atópica? Mais comum do que se imagina, é um processo inflamatório crônico da pele que aparece em áreas específicas do corpo, como face, dobras de braços e pernas, joelhos e cotovelos. Segundo a Sociedade Bra...

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Dermatite atópica: o que é, quem afeta e como tratar

Dermatite atopica

Você já ouviu falar de dermatite atópica? Mais comum do que se imagina, é um processo inflamatório crônico da pele que aparece em áreas específicas do corpo, como face, dobras de braços e pernas, joelhos e cotovelos. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, cerca de 25% das crianças e 7% da população adulta têm a doença no Brasil.

Caracterizado pela diminuição da barreira de proteção da pele, provocando perda de água e menos hidratação, o eczema atópico deixa, em quem apresenta a condição, a pele mais ressecada e a presença de pontos de lesões avermelhadas espalhadas pelo corpo, acompanhados de coceiras.

Entre as suas possíveis causas estão a predisposição genética e o histórico familiar de atopias, como bronquite, asma e rinite. Entretanto, alguns fatores de risco podem contribuir para o surgimento de crises: poeira domiciliar, produtos de limpeza e usados na lavagem das roupas, tecidos de lã e sintéticos, frio intenso, ambientes secos, calor, transpiração e até mesmo o estresse emocional.

A dermatite atópica deve ser tratada adequadamente assim que diagnosticada, já que a ação auxilia na melhora significativa da qualidade de vida do paciente e da família. “O tratamento deve ser definido de acordo com a gravidade da dermatite. Casos leves, por exemplo, são tratados com hidratantes e cremes específicos. Já nos quadros graves, pode ser necessário medicamento via oral”, explica a médica dermatologista do Instituto Dermatológico de Curitiba (IDC) Amanda Hertz.

Segundo ela, cuidados gerais com a pele são o primeiro passo para amenizar a manifestação dos sintomas. Como são originados do ressecamento, é necessário priorizar banhos rápidos e não muito quentes, com pouco sabonete e aplicação de cremes hidratantes. “Quando se percebe a necessidade de medicamentos, podemos indicar corticoides de uso tópico – inibidores da calcineurina em cremes com ação semelhante aos corticoides com menos efeitos colaterais – e, em casos graves, imunossupressores”, detalha.

E há como evitar a dermatite atópica?

Ainda de acordo com Amanda Hertz, existem estudos que relatam o uso de hidratantes específicos para crianças, a partir do primeiro mês de vida, como forma de evitar a doença em famílias que já apresentam a condição. Porém, a prevenção deve ser orientada caso a caso por um médico dermatologista, ressalta ela.

Alguns hábitos diários também são recomendados, como já citados aqui: banhos mornos e rápidos, uso de pouco sabonete e aplicação de hidratantes, além de manter os ambientes limpos e arejados.

Doenças diversas

Conheça a diferença entre dermatite atópica e duas doenças que provocam dúvidas em pacientes:

Dermatite atópica X dermatite de contato

São consideradas doenças diferentes da dermatologia. A dermatite atópica é uma doença de pele que acomete principalmente crianças, tem um fator genético importante e quadro clínico específico. Já a dermatite de contato pode ser alérgica ou por contato com substâncias irritativas – tendo como exemplo lesões nas mãos por contato com produtos de limpeza.

Dermatite atópica X psoríase

Também considerados problemas de saúde diversos, a dermatite tem como principal característica a coceira e lesões específicas em áreas de dobras dos braços e pernas, acometendo principalmente crianças. Já a psoríase é mais rara em crianças e, em geral, não é tão pruriginosa, se manifestando em couro cabeludo, joelhos e cotovelos. As lesões de pele devem ser avaliadas por um médico dermatologista para o diagnóstico correto e o melhor tratamento.

Identificou alguns dos sintomas em você ou conhece alguém que precise de tratamento para dermatite atópica? Entre em contato com a equipe pelo WhatsApp do Instituto Dermatológico de Curitiba e agende uma conversa com a Dra. Amanda.

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Botox sem exageros: rosto livre de rugas e com aparência natural

Postado em: 13 de July

Botox sem exageros: rosto livre de rugas e com aparência natural Quando o assunto é tratamento para rugas faciais, a primeira opção solicitada por pacientes é a aplicação da toxina botulínica. Popularmente conhecido como “botox”, o procedimento estético aparece como o segundo mais realizado no mu...

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Botox sem exageros: rosto livre de rugas e com aparência natural

Quando o assunto é tratamento para rugas faciais, a primeira opção solicitada por pacientes é a aplicação da toxina botulínica. Popularmente conhecido como “botox”, o procedimento estético aparece como o segundo mais realizado no mundo de acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética. O Brasil ocupa o segundo lugar entre os países que mais utilizam a toxina, atrás apenas dos Estados Unidos.

Queridinho entre aqueles que procuram um rosto mais jovem, o botox já chegou a ser inimigo da aparência natural. Isso porque, quando aplicado em excesso, pode transformar o rosto e deixá-lo com uma aparência paralisada.

“Sabe aquela expressão congelada, sem movimento, aparentemente sem vida? Esse é um dos principais receios dos pacientes que procuram o tratamento, e a primeira pergunta que me fazem é se vão ficar com a expressão paralisada”, conta a Dra. Carolina Feijó, dermatologista do Instituto Dermatológico de Curitiba (IDC).

Botox no rosto

A resposta da médica dermatologista é taxativa: o resultado vai depender de quem aplica a substância, como realiza o procedimento e o que injeta na pele do paciente. Além, é claro, do equilíbrio entre volume e frequência das aplicações.

“Depois de muitos anos utilizando toxina botulínica para o tratamento de rugas dinâmicas, posso dizer que um bom profissional, com bastante experiência e, sobretudo, bom senso e bom gosto, conseguirá transmitir ao seu paciente que o belo é natural. Por isso, é fundamental tratarmos apenas as áreas de muita contratilidade (as que mexem muito), o que deixará a expressão bastante leve e suave”, defende a dermatologista.

Quando fala de rugas dinâmicas, a Dra. Carolina se refere àquelas que aparecem quando se força a mímica facial em situações como a de fazer caretas, franzir as sobrancelhas ou se proteger do sol.

Para a médica dermatologista, conseguir este efeito natural requer um intenso conhecimento médico da anatomia da face, além de cursos teóricos, teórico-práticos, jornadas, congressos e mais treinamentos, o que é oferecido regularmente a médicos dermatologistas e cirurgiões plásticos.

Botox

“Parece incrível, mas, quanto mais preparado e experiente é o injetor, menos os outros perceberão que foi feito qualquer procedimento. É esse o resultado que os pacientes desejam, é claro”, ressalta.

Expectativa X realidade

Um aspecto determinante no uso de botox para o rejuvenescimento facial apontado pela médica dermatologista Carolina Feijó é a comunicação entre médico e paciente sobre o que se quer e os resultados que os procedimentos podem trazer. A famosa relação entre expectativa e realidade. Na opinião da médica dermatologista, essa troca de informações é fundamental, inclusive para a definição do melhor ou mais adequado tratamento.

“Procuro sempre ressaltar a importância de o paciente expressar claramente a seu médico injetor qual é o seu desejo para que se possa explicar o que é possível para cada caso. Muitas vezes, o leigo tem expectativas irreais quanto ao resultado do botox. Em algumas situações, o médico pode até mesmo indicar outro tratamento para atender a real necessidade”, argumenta.

A questão, muitas vezes polêmica, sobre padrões de beleza também pode ser discutida entre médico e paciente, na opinião da Dra. Carolina. “Tudo o que puder ser bem detalhado traz segurança, confiança e alinhamento entre médico e paciente, e isso é determinante para que o resultado seja consensual”, reforça.

Botox – Toxina Botulínica

Aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 1992, o botox se tornou a primeira toxina botulínica registrada no Brasil. Produzida por uma bactéria chamada Clostridium botulinum, ela é aplicada no músculo facial e provoca o relaxamento da região.

Utilizada para prevenir, retirar ou amenizar as linhas de expressão e rugas do rosto, a toxina botulínica também pode ser direcionada para outras necessidades faciais, como reposicionar a musculatura da face, melhorando a posição das sobrancelhas; produzir o efeito de “abrir o olhar”; reduzir os populares pés-de-galinha; e rejuvenescer a pele do pescoço.

Ficou interessado em saber mais sobre as funções e vantagens da aplicação de botox na pele? Entre em contato pelo WhatsApp do Instituto Dermatológico de Curitiba e agende uma conversa com a Dra. Carolina Feijó. A nossa equipe está à sua disposição.

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Cirurgia plástica sem cortes: como reduzir rugas sem operar

Postado em: 20 de February

Saiba como corrigir rugas sem passar por cirurgia É comum que fatores hereditários ocasionem rugas, linhas finas e marcas de expressão, muitas vezes suavizadas com cirurgia plástica. Além disso, a falta do hábito de tratar a pele com dermocosméticos adequados também pode prejudicar o retardo...

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Saiba como corrigir rugas sem passar por cirurgia

É comum que fatores hereditários ocasionem rugas, linhas finas e marcas de expressão, muitas vezes suavizadas com cirurgia plástica. Além disso, a falta do hábito de tratar a pele com dermocosméticos adequados também pode prejudicar o retardo dos efeitos da idade e do ambiente. Porém, hoje já não é mais necessário ir direto para a mesa cirúrgica. Já há uma solução não invasiva para esses incômodos.

Cirúrgia plástica não invasiva

A Sutura Silhouete é um procedimento adotado pelo Instituto Dermatológico de Curitiba que permite minimizar as rugas do rosto, comparada a uma cirurgia plástica sem cortes. Funciona assim: o profissional insere um fio entre a pele e a camada de gordura subcutânea do paciente, e dessa forma, é possível definir novamente os contornos das áreas requeridas, como por exemplo, a região da mandíbula. Com o fio, também podem ser corrigidas áreas como sobrancelhas e bochechas - onde geralmente é observada flacidez

Cirúrgia plástica sem corte

O fio utilizado é composto de ácido polilático (PLA) e é isso que proporciona o efeito de lifting gradual. Depois do procedimento, o PLA age nas camadas mais profundas da pele, o que ocasiona o aumento do volume nas áreas com flacidez. No decorrer dos meses, o ácido continua estimulando a produção natural de colágeno na pele.

Ficou interessado no procedimento? Agende já uma avaliação conosco pelo WhatsApp: 99 9980 552.

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Cuidados com a pele do bebê

Postado em: 06 de September

Entenda por que a pele do bebê precisa de cuidados especiais A pele do bebê é mais sensível que a pele adulta, principalmente por causa dos mecanismos de defesa que ainda não estão totalmente desenvolvidos. Nos primeiros meses de vida, algumas reações são comuns, como dermatite seborreica,...

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Cuidados com a pele do bebê

Entenda por que a pele do bebê precisa de cuidados especiais

A pele do bebê é mais sensível que a pele adulta, principalmente por causa dos mecanismos de defesa que ainda não estão totalmente desenvolvidos. Nos primeiros meses de vida, algumas reações são comuns, como dermatite seborreica, dermatite de fralda, acne neonatal e miliária.

Doenças comuns em recém-nascidos

Algumas ocorrências são mais comuns em bebês recém-nascidos, como a dermatite seborreica (conhecida como crosta láctea), dermatite de fraldas, miliária e hemangiomas. No caso da crosta láctea, é comum que a pele do bebê descame, principalmente na região do couro cabeludo, rosto (na área das pálpebras) e virilha. Já a dermatite de fraldas é uma inflamação recorrente por causa do contato da pele do bebê com urina ou fezes por muito tempo. Nestes casos, a dermatologista pediatra do IDC Amanda Hertz afirma que “utilizar cremes de barreiras específicos e trocar a fralda várias vezes ao dia, não deixando o bebê em contato com fezes e urina, evita a dermatite de fraldas.” A médica também afirma que óleos para bebê ajudam em casos de crosta láctea.

Bebês podem ter espinhas?

Pode soar estranho a associação de acnes e bebês, mas a acne neonatal é uma condição comum nos recém-nascidos. A acne neonatal é caracterizada por bolinhas vermelhas, possivelmente com pus, e geralmente aparecem no rosto do bebê.

Brotoejas: é possível evitar?

A miliária é conhecida como brotoeja e é causada por glândulas sudoríparas obstruídas. Dessa forma, a saída do suor do corpo do bebê fica obstruída, ocasionando a brotoeja. Bebês que ficam demasiadamente agasalhados, principalmente em ambientes quentes e úmidos, podem desenvolver essa reação dermatológica. Por isso, consulte sempre o pediatra de sua confiança sobre a quantidade de roupa que deve usar para vestir seu pequeno.

Cuidados com a pele do bebê

Ao perceber reações cutâneas no seu bebê, procure seu dermatologista de confiança

A pele do seu bebê precisa de muito cuidado e atenção. Conte com a equipe do Instituto Dermatológico de Curitiba para tirar suas dúvidas e manter a pele do seu pequeno saudável.