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Redução de Medidas e Inchaço

Postado em: 22 de janeiro

O ganho de medidas e o ganho de peso, não estão necessariamente ligados ao ganho de gordura. Por isso, é importante manter um acompanhamento profissional que possa levantar os ganhos hídricos (retenção de água), a porcentagem de massa muscular e a quantidade de gordura do corpo, pois estar informaçõ...

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O ganho de medidas e o ganho de peso, não estão necessariamente ligados ao ganho de gordura. Por isso, é importante manter um acompanhamento profissional que possa levantar os ganhos hídricos (retenção de água), a porcentagem de massa muscular e a quantidade de gordura do corpo, pois estar informações não são possíveis de medir através da balança comum.

É importante lembrar que a principal responsável pelo ganho rápido de medida ou de peso é a retenção de líquidos. Por este motivo o ideal é acompanhar seu peso sempre em um mesmo horário e no mesmo aparelho, para não se assustar, pois ao acordar e ainda em jejum, é natural estar mais leve que no fim do dia em que o corpo além de cansado está mais inchado.

Alguns fatores patológicos também podem colaborar com o inchaço, bem como a gravidez, que além dos fatores normais que acarretam o acúmulo de líquido, tem o agravante hormonal e o peso do bebê e das medidas abdominais que recaem sobre os grandes vasos da pelve, prejudicando a circulação dos membros inferiores.

Para reduzir a retenção de água comum no corpo, que não esteja relacionada a um dos fatores citados no parágrafo à cima, é importante manter uma dieta balanceada, rica em alimentos dietéticos e antioxidantes, como frutas cítricas e vermelhas, gengibre, açafrão e castanhas. Além da ingestão superior a 2 litros de água, a prática de exercícios que estimulem a circulação sanguínea e o uso de meias de compressão. No caso de inchaço por doença ou gravidez, os cuidados devem ser indicados por um médico.

Além disso, existem técnicas manuais como a massagem modeladora e a drenagem linfática que estimulam o sistema linfático e a circulação sanguínea e por consequência eliminam ou reduzem a retenção de líquidos, reduzindo medidas. Se você deseja conversar com um profissional para avaliar sua estética corporal e agendar sessões do procedimento mais indicado para o seu caso, entre em contato com o IDC.

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4 dicas para evitar os danos da chapinha

Postado em: 22 de dezembro

Se tem uma parte do corpo que toda mulher tem apreço, esta parte é o seu cabelo. Seja longo, curto, liso, crespo ou cacheado: cada uma tem o seu e faz o que for preciso para mantê-lo bonito e saudávelIndependente do tipo do cabelo, o desejo de transformar o visual é sempre recorrente entre as mulher...

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Se tem uma parte do corpo que toda mulher tem apreço, esta parte é o seu cabelo. Seja longo, curto, liso, crespo ou cacheado: cada uma tem o seu e faz o que for preciso para mantê-lo bonito e saudável

Independente do tipo do cabelo, o desejo de transformar o visual é sempre recorrente entre as mulheres. Seja com um modelador de cachos ou chapinha, para mudar é preciso submeter os fios a altas temperaturas. A chapinha é uma das melhores companhias das mulheres, nos salões de beleza elas também são usadas para finalização de tratamentos. O problema é que existem mulheres que não saem de casa sem submeter-se a chapinha, mas a maioria delas nem imagina o quanto este hábito é nocivo para a saúde capilar.

Acontece que o processo, quando repetido com muita frequência e sem o devido cuidado, resulta em graves dados nas madeixas, que acabam comprometendo a autoestima da mulher.

Não use com os fios molhados

Sabe aquele barulho de alimento sendo frito dentro de uma frigideira? Pois é, este será o mesmo som que você irá ouvir caso tente alisar os fios enquanto eles ainda estejam molhados. Como se não bastaste o barulho angustiante, o seu cabelo vai fritar (literalmente) e as fibras capilares serão destruídas.

Evite os modelos de prancha de metal

Durante o processo de alisamento das madeixas, a chapinha atinge altas temperaturas, que podem ultrapassar os 200°C. As pranchas precisam do calor para alisar os fios, mas você precisa levar em consideração a segurança que cada equipamento proporciona. As chapinhas mais baratas, geralmente usam metal na área de aderência com os fios, mas isso é terminantemente perigoso: o metal esquenta muito rápido e danifica os fios. Os modelos que usam cerâmica esquentam gradativamente e conduzem o calor de forma mais equilibrada.


Use protetores térmicos

Mesmo que a sua chapinha seja mais segura, de cerâmica ou tenha várias tecnologias para proteção dos fios embarcadas, ela ainda não será 100% segura para alisar os fios sem prejudicá-los a longo prazo.

Para proteger efetivamente as madeixas das altas temperaturas é preciso criar uma espécie de película protetora, para que as fibras capilares sejam isoladas do calor excessivo. Isso só é possível com a aplicação de protetores térmicos, que precisaram ser aplicados em todo comprimento do cabelo antes do processo de alisamento com a chapinha.

Diminua a frequência

O ideal é que a chapinha seja usada no máximo três vezes por semana. Se for possível, crie intervalos entre os dias, desta maneira você conseguirá aproveitar o efeito liso no dia seguinte (já que a lavagem diária do cabelo não é recomendada). Sempre que for repetir o processo, lave o cabelo e seque-o parcialmente antes de passar a prancha novamente. Usar a chapinha com o cabelo sujo não é interessante, já que este hábito pode potencializar a oleosidade dos fios.

Aproveite que você se interessou pela saúde do seu cabelo e agende uma avaliação capilar com os profissionais do IDC.